Núm. 44 (2021): Comunicación política y fake news
Artículos

Fake news e as eleições brasileiras de 2018: o uso da desinformação como estratégia de comunicação eleitoral

Aryovaldo de Castro Azevedo Jr.
UFPR

Palabras clave

  • eleições 2018,
  • propaganda,
  • campanha permanente,
  • mídias sociais,
  • desinformação
  • desinformación,
  • Redes sociales,
  • elecciones 2018,
  • comunicación permanente,
  • propaganda

Cómo citar

de Castro Azevedo Jr., A. (2021). Fake news e as eleições brasileiras de 2018: o uso da desinformação como estratégia de comunicação eleitoral. Más Poder Local, (44), 81-108. Recuperado a partir de https://www.maspoderlocal.com/index.php/mpl/article/view/fake-news-eleicoes-brasileiras-2018-mpl44

Resumen

O crescimento do personalismo político está vinculado à valorização da comunicação permanente, processo de relacionamento entre o ator político e seus públicos de interesse que objetiva a construção de uma marca pessoal que transcende as legendas partidárias e valoriza suas ações enquanto porta voz de valores sociais, valendo-se de posicionamentos polêmicos que visam reverberar junto ao potencial eleitorado e à imprensa para gerar visibilidade, aumentar a lembrança e influenciar no cenário eleitoral. Sob esta perspectiva o artigo pretende identificar o uso da desinformação na campanha presidencial brasileira, com a hipótese de que as fakes news influenciaram o contexto eleitoral e foram utilizadas como ferramenta de comunicação eleitoral, majoritariamente na candidatura de Jair Bolsonaro, liderança populista que utilizou predominantemente apelos emocionais na construção de seu posicionamento de representante conservador capaz de combater a ideologia de esquerda e retornar a nação à trilha conservadora da tradição, família e propriedade que seriam características inerentes à maioria da população brasileira, discurso que resultou na adesão de quase 58 milhões de cidadãos que o sufragaram no segundo turno da eleição e o conduziram à presidência da República em 2018.

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